Ryuya Suzuki fala sobre seu primeiro longa-metragem, “Jinsei”, que chegará aos cinemas dos EUA

Os lockdowns da COVID-19 em 2020 levaram muitos cineastas a fazerem grandes mudanças em suas carreiras por necessidade. Após se formar na Universidade de Arte e Design de Tohoku, o cineasta japonês Ryuya Suzuki pretendia fazer filmes de ação real. Mas o esgotamento precoce, combinado com a pandemia, levou-o a “pegar emprestado” um iPad do seu trabalho no varejo, instalar o software Procreate nele e aprender animação sozinho enquanto criava dois curtas-metragens originais, Mahoroba e Lawless Love.

A recepção positiva a ambos os curtas o levou a financiar coletivamente um longa-metragem original, Jinsei, que ele mesmo escreveu, animou, editou, concebeu o design de produção, o design de personagens, o design de cores e compôs. Além das sessões de gravação com atores como o rapper Ace Cool, Remi Chon, Kanji Tsuda e Ayumu Nakajima, Suzuki atuou efetivamente como uma “banda de um homem só” ao longo dos 18 meses de produção do filme.

O filme conta a notável e muitas vezes trágica história de vida de Se-Chen (Ace Cool), que se estende por um século. Inicialmente obcecado em se tornar um ídolo pop, a vida lhe presenteia com muitos nomes e personalidades diferentes que o levam a rumos inesperados.

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