Sharp Dressed Man de ZZ Top: a história por trás da música

O início dos anos 80 foi uma época de acerto de contas para muitos roqueiros veteranos. Bandas andróginas com baterias eletrônicas e sintetizadores estavam em ascensão, assim como os new wavers pós-punk com guitarras tique-taque e gravatas finas. O futuro de um peludo trio de boogie blues do Texas pode ter parecido tão sombrio e nebuloso quanto uma música do The Cure. Especialmente porque Billy Gibbons, Dusty Hill e Frank Beard pareciam garimpeiros do século XVIII.

Mas em uma das maiores reinvenções surpresa de todos os tempos, ZZ Top adicionou algumas gotas de new wave e romantismo em sua bebida e encontrou o ouro. Ou melhor, platina. Seu álbum de 1983 Eliminador vendeu mais de 11 milhões de cópias somente nos EUA, em grande parte motivado pelo que ficou conhecido como a “Trilogia Eliminator” de vídeos.

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